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Pazuello alega problemas de saúde e deve deixar o Ministério da Saúde. Cardiologista é cotada para sucedê-lo

Segundo a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, a cardiologista goiana Ludhmila Hajjar, do Incor e da rede de hospitais Vila Nova Star, desembarcou em Brasília neste domingo (14/3) para se encontrar com o presidente Jair Bolsonaro.

O nome da médica, especialista no tratamento de covid-19, é defendido nos bastidores por ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e parlamentares do DEM e do PP. O nome de Hajjar havia sido levantado para suceder Luiz Henrique Mandetta no ministério, quando o ex-ministro deixou o cargo em abril do ano passado.

Ludhmila Hajjar estudou na Universidade de Brasília (UnB) e é especialista em clínica médica – dirige a sua própria em São Paulo – cardiologia, terapia intensiva e medicina de emergência. Também é professora da Associação de Cardiologia da Faculdade de Medicina da USP, diretora de tecnologia e inovação da Sociedade Brasileira de Cardiologia, coordenadora de cardio-oncologia do InCor, além de participar de atividades assistenciais, de ensino e pesquisa.

Crise na Saúde

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, pediu para deixar o comando do Ministério da Saúde alegando problemas de saúde. Segundo interlocutores do general, ele informou o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que precisa de um tempo para se reabilitar. A informação é do Jornal O Globo.

Cá pra nós: Pazuello, mesmo com todo empenho, vinha se desgastando na condução principalmente das compras das vacinas, com informações corrigidas diariamente. É salutar para a sociedade e para o governo federal sua saída.

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