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Barracas da Praia do Futuro, o “patinho feio” do setor de alimentação

As barracas de praia ficaram de fora da flexibilização anunciada pelo governador Camilo Santana no sábado (09).

Apesar de serem licenciadas como restaurantes e possuírem vasta área ao ar livre continuaram penalizadas sem poderem exercer o mínimo da sua atividade.

A situação do setor sofre de uma lenta e gradual agonia, com perdas de lucratividade e demissões, o que atinge em cheio garçons, gerentes e pessoal administrativo.

“A gente já sofre desde fevereiro, primeiro com o aumento das restrições, e de março para cá com a proibição, então ficaríamos felizes de abrir, pelo menos de segunda a sexta-feira, mas sequer foi indicado um plano indicando quando voltaremos, como foi feito na reabertura de 2020”, disse Ivan Assunção, vice-presidente da AEPFuturo, acrescentando que a situação das barracas de praia está ainda mais crítica em 2021, por conta da interrupção do programa de auxílio ao setor privado do governo federal.

Com informações do Povo online

CÁ PRA NÓS: O setor merece atenção por parte do governador e um plano de retomada gradual ao trabalho, urgente.

1 Comentário

  1. LACY Teixeira

    O povo ainda não entendeu que o Governador e o prefeito, estão querendo falir o estado pra por a culpa no Governo Federal.
    Se o povo não partir pro ataque, não vamos frear esses imbecis.
    DESOBEDIÊNCIA SOCIAL,SIM

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