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Mayra desabafa diante de “versão parcial” de matéria jornalística.

Em comentário na rede social a Dra. Mayra, secretária de Gestão do Trabalho e da Educação no Ministério da Saúde foi contundente diante de informações que ao seu ver distorce os fatos ao noticiar ação do MPF que apura suposta omissão em incidentes que ocorreram em Manaus no início do ano como a falta de oxigênio medicinal para o tratamento do covid-19.

Inicia Mayra: Esse tipo de imprensa, que faz opção deliberada por uma linha editorial desonesta, sensacionalista, parcial, perseguidora, jamais poderia ser chamada de veículo de informação. Melhor seria chamar de meio de alienação.

Ao se reportar a mim como um dos alvos de ação do MPF do estado do Amazonas, e sem o menor interesse em averiguar e citar o objeto da demanda, deixou de esclarecer, de forma responsável aos cearenses, sobre o funcionamento tripartite SUS, onde os estados e municípios são responsáveis pelas ações como: oferta de oxigênio hospitalar, compra de medicamentos, definição de suas políticas de isolamento social, transporte de pacientes, entre outros.

E mais, contribuiu para dificultar que os médicos possam continuar utlizando sua autonomia para salvar vidas.

Essa é a verdade: eu ou qualquer outro secretário do Ministério da Saude, não estamos sendo acusados de desviar recursos das ações da covid, de superfaturar obras dos hospitais de campanha, de usar recursos públicos com gastos milionários e direcionados com publicidade( isso está acontecendo em alguns estados, decorre da ação de alguns prefeitos e governadores e deve ser investigado com rigor para apuração das responsabilidades e dada ampla divulgação).

Estou na qualidade de representantes de uma das pastas do Ministério da Saúde, a disposição para responder em qualquer foro sobre todas as minhas ações.

E sigo determinada, na tarefa que Deus me confiou, de tentar melhorar a saúde de todos os brasileiros, finaliza.

1 Comentário

  1. Gualberto Silveira

    Sabemos que essas acusações são na verdade, perseguição aos colaboradores do presidente que hoje faz a diferença na gestão séria e isenta de corrupção. Nada mais é do que uma manobra para tirar atenção e retaliação às investigações aos desmandos dos prefeitos e governadores ladrões da coisa pública.

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