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Na pauta hoje reclamação que pode anular denúncias da Lava-Jato do RJ contra 26 advogados por desvios de 151 milhões

O ministro Gilmar Mendes pautou para esta terça-feira, 27, na Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, o julgamento de uma reclamação que pode anular as denúncias feitas pela Lava Jato do Rio no ano passado contra 26 advogados acusados de desvios de 151 milhões de reais do Sistema S, por meio de contratos com a Fecomércio fluminense. 

No rol de denunciados estão Cristiano Zanin e Roberto Teixeira,  advogados do ex-presidente Lula, Frederick Wassef, advogado do clã Bolsonaro, e Eduardo Martins, filho do atual presidente do Superior Tribunal de Justiça, Humberto Martins. Todos negam as acusações de lavagem de dinheiro, peculato, tráfico de influência e exploração de prestígio.  

O julgamento desta terça-feira deve marcar o início da ofensiva de Gilmar contra os procuradores da extinta força-tarefa da Lava Jato do Rio e o juiz Marcelo Bretas. Depois de trabalhar para implodir a Lava Jato de Curitiba, com o julgamento da suspeição do ex-juiz Sergio Moro, Gilmar volta sua mira para o braço da operação que mais se aproximou dos esquemas no Poder Judiciário. Gilmar não está só nesta missão.

No fim de março, o presidente do STJ, Humberto Martins, solicitou e obteve o compartilhamento de informações de um inquérito aberto na própria corte para investigar Bretas e os procuradores do Rio que deflagraram em setembro a  Operação E$quema S, a mesma que denunciou o filho do ministro e os advogados de Lula e Bolsonaro. Martins quer juntar essa investigação sobre a Lava Jato do Rio ao inquérito que ele instaurou de ofício, em fevereiro, para investigar os procuradores do Paraná.

Fonte: Crusoé

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