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Lupi defende voto auditável

Possibilidade de eleição “limpa, aberta e transparente” reforça posição do partido há cerca de 40 anos.

“Não somos contra o voto eletrônico, queremos a auditagem”, disse o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, ao Poder 360, nesta sexta-feira (21), sobre o processo eleitoral no Brasil.

“Sem recontagem, não se tem possibilidade de ter uma eleição muito limpa, muito aberta, muito transparente”, acrescentou, ao garantir que a pré-candidatura do pedetista Ciro Gomes é “irreversível”.

Como embasamento da posição pedetista, Lupi cita o esquema de desvio de votos praticado pela Proconsult, empresa que realizou o serviço de apuração de votos na eleição de 1982, quando o então presidente nacional da sigla, Leonel Brizola, foi eleito governador do Rio de Janeiro pela primeira vez.

“O Brizola defendeu isso desde que tentaram fraudar sua eleição em 1982”, destacou.

Fonte: Site PDT

CÁ PRA NÓS: Historicamente os maiores críticos das urnas eletrônicas e defensores do voto auditável impresso são Leonel Brizola, Roberto Requião e João Capiberibe, ou seja, políticos de esquerda. Quem é contra o voto auditável impresso são o PSDB e o PT, que já foram poder e eventualmente poderiam se beneficiar das urnas eletrônicas.

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