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Bolsonaro aumenta 60% suas interações em redes sociais com CPI

Já são quase 40 milhões de seguidores e presidente se aproxima da intensidade que teve na campanha de 2018; levantamento é da Bites

Perto de alcançar 40 milhões de seguidores em seus perfis oficiais no Facebook, Twitter, Instagram e Youtube –hoje são 39,5 milhões–, o atual fluxo de informação digital sobre o presidente começa a relembrar os dias da campanha de 2018.

Desde 13 de abril de 2021, quando o Senado aceitou instalar a CPI, Bolsonaro só fez crescer a sua audiência digital.

Ganhou 226 mil novos seguidores e os seus posts alcançaram 92 milhões de interações (que é quando algum outro perfil nas redes sociais faz um comentário, promove uma curtida, compartilha o conteúdo ou mesmo faz um RT da informação).

No período anterior à instalação da CPI, os 101 dias entre 01 de janeiro e 12 de abril, a média de interações por post de Bolsonaro era de 1 milhão por dia. Hoje está 1,6 milhão, variação de 60%.

No campo da oposição, o senador Renan Calheiros (MDB-AL), relator da CPI, adicionou 46 mil novos seguidores aos seus perfis nas redes socais e alcançou 384 mil interações em seus posts.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o nome da oposição com maior chance diante de Bolsonaro em 2022, ganhou 361 mil seguidores e registrou 22 milhões de interações junto aos seus 9,8 milhões de seguidores.

Na comparação com Bolsonaro, Lula conseguiu a média de 226 mil interações por dia até 12 de abril e passou para 367 mil depois do início da CPI. A variação foi de 62% –mas o petista tem uma base muito menor de seguidores.

Percentualmente, os 2 estão bem próximos na capacidade de envolver os seus seguidores com o conteúdo publicado. O problema para Lula são os valores absolutos.

Há mais gente na internet sendo impactada com as mensagens bolsonaristas do que aquelas da oposição, considerando os 2 adversários como polos irradiadores de informação para seus militantes.

Fonte: Poder 360

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