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Ceará inicia coleta de DNA de famílias para auxiliar nas investigações e localização de pessoas desaparecidas

O Governo do Ceará, por meio da Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social do Estado do Ceará (SSPDS/CE) e das vinculadas Perícia Forense do Estado do Ceará (Pefoce), Polícia Civil do Estado do Ceará (PCCE) e Superintendência de Pesquisa e Estratégia de Segurança Pública (Supesp), em parceria com o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE), promove uma campanha para realizar a coleta de DNA de famílias que estão com parentes desaparecidos.

O início da coleta de material genético começou hoje e segue até a próxima sexta-feira.

A integração entre os órgãos cearenses acontece em prol da campanha nacional “Desaparecidos”, capitaneada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) e pela Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos (RIBPG).

A ação visa utilizar o perfil genético de familiares de pessoas desaparecidas para subsidiar as investigações policiais e contribuir para a localização dessas pessoas.

Reduzir a angústia das famílias que esperam, em muitos casos, por anos, o retorno de um parente é o objetivo da campanha nacional “Desaparecidos”.

No Ceará e em todos os estados do Brasil e no Distrito Federal, a ação acontece de forma integrada, compartilhando os perfis genéticos por meio da RIBPG para que os dados sejam cruzados e aumentem a possibilidade de localização dessas pessoas. Dessa forma, mesmo que a pessoa tenha desaparecido no Ceará é possível que ela seja localizada em outro estado do Brasil.

Para o secretário da Segurança Pública e Defesa Social, Sandro Caron, a coleta do DNA é uma forte ferramenta para localizar essas pessoas.

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