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Vacina que CPI apura se houve superfaturamento sequer foi paga

A CPI do covid iniciou a semana com euforia incontida por parte do G7, grupo de senadores da oposição e independente. Segundo estes, podem estar no caminho de uma compra superfaturada de vacinas Covaxin da Índia por parte do Ministério da Saúde.

Francisco Emerson Maximiano, sócio no Precisa Laboratório foi responsável pela ponte entre o governo federal e o laboratório que produz a vacina na Índia, e será ouvido na CPI na próxima semana.

A narrativa é que a vacina (20 milhões de doses) teria sido comprada por um preço 1000% maior, portanto, poderia ter ocorrido uma suposta corrupção (desvio de dinheiro público); ocorrera pressão atípica (segundo o chefe de importação do Departamento de Logística em Saúde do Ministério da Saúde, Luis Ricardo Fernandes Miranda) relativo documentação para importação; e ainda foi a negociação de desfecho mais rápido de todas.

Por sua vez, o Ministério foi taxativo: não ocorreu nenhum pagamento relativo ao contrato, pois só haveria quando da entrega.

A Precisa Laboratório diz que todo o processo foi feito com transparência, não contando com vantagens durante o processo, e que o preço da vacina, foi o mesmo para outros 13 países.

Redação smp.news

CÁ PRA NÓS: Sem pagamento não existe prejuízo aos cofres público, bem diferente da negociação do Consórcio do Nordeste com a empresa Hempcare que trata com maconha, conforme exposto pelo senador Eduardo Girão, que recebeu antecipado R$ 48 milhões de reais, não entregando 300 respiradores, nem devolvendo o dinheiro. Ah, os oposionistas e independentes recusaram a convocação de Carlos Gabas, executivo do consórcio. “Imparcialidade” é o carimbo dessa CPI. Investigue-se tudo !

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