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O Titanic do Senado

Iniciando a sua missão em busca de enfraquecer o Capitão Bolsonaro, desde o momento que ligou seus motores e zarpou do porto, o Titanic do Senado brasileiro denominado “CPI DO COVID”, que tem no seu comando Omar Aziz, subcomandante Rodolphe Rodrigues e navegador Renan Calheiros, tratou logo de fechar sua tripulação através de seu corpo decisório que conta com Otto, Humberto, Tasso e Eduardo.

Pronto para guerra, o Titanic brasileiro, o infundável, corta os mares criando narrativas com o apoio da grande imprensa, buscando abater o Capitão Bolsonaro e sua nau de nome “Brasil”.

Em meio há uma pandemia mundial com números alarmantes de mortes, é iniciado o projeto aberto de carimbar no Capitão inimigo o genocidio de milhares. Depoimentos dos mais variados foram considerados ou desconsiderados de acordo com a vontade soberana do navegador Renan. Discursos inflamados que vacinas demoraram, são substituídos pela crítica da pressa em compras. Antes, o tom uníssono era “quanto vale uma vida humana?”, agora, que preço é esse? (de mercado). O tratamento precoce que filhos de tripulantes do Titanic inseriram em suas respectivas naus, e até alguns membros que homenagearam médicos a favor, e receitaram para colegas, hoje é criminalizado.

De repente, uma denúncia que surge através de um tripulante do barco Brasil e de seu irmão deputado federal explode como uma bomba. Gozo geral!. Para o comando do Titanic a “bala de prata” estaria surgindo para a derrubada do Capitão Bolsonaro. Uma nota fiscal é usada pelos dois para chegarem até o comando da nau Brasil e criar uma narrativa onde a verdade não era o objetivo, como ficou claramente evidenciado nas entrevistas concedidas meses depois a um veículo de comunicação, onde foi suprimido (por qual motivo?) por completo o saneamento do processo da compra da covaxin. O Titanic navega por mares repleto de icebergs, mas o comando da nau segue firme, acelerando.

Como do nada, surge mais uma bomba que “vai mostrar que a corrupção atingiu mesmo o Capitão Bolsonaro e seus comandos”. A imprensa ávida pelo chegada triunfal do Titanic tenta pregar neste mesmo comandante a tarja de “corrupto”, pois agora um membro da sua sala de máquinas “tinha pedido propina e certamente esconde por trás um grande sistema de corrupção”.

Titanic dobra a velocidade, mesmo com movimentos perigosos de icebergs a frente. Logo o marinheiro de uma terceira embarcação que fez a denúncia se apresenta para depor. Pura coincidência (duas denúncias?). O momento chegou, um segundo tiro pode desequilibrar de vez o barco ” Brasil”. Pandemia?, que pandemia?.

O marinheiro conta uma estória, digna dos velhos pescadores. Representa, por “acordo de cavalheiros”, como intermediário, uma empresa que diz ter para entregar 400 milhões de doses da vacina Astrazeneca. Funcionário público da ativa, o marinheiro vive de bicos milionários e entrega um outro marinheiro do navio inimigo por ter solicitado US$ 1,0 por vacina. Igual ao velho guerreiro não veio para explicar e sim para confundir.

O Comando do Titanic sente o balanço anormal do navio, mas segue na mesma balada, pois agora o marinheiro denunciante pode ser uma peça infiltrada.

A imensa nau Brasil, que há muito boa parte de seus passageiros não confiava na direção do Titanic, passa a olhar com mais acuidade o esforço de seu Capitão Bolsonaro e as manobras para sua queda.

Um iceberg enorme se aproxima do Titanic.

César Wagner Maia Martins 

Delegado aposentado,  Ex-superintendente da Polícia Civil do Ceará,  radialista e palestrante

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