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Miranda diz que não lembra se mostrou invoice a Bolsonaro

A Polícia Federal seguindo com a investigação em torno da negociação da vacina da Covaxin, vem se deparando com fatos que desmontam mais uma narrativa da CPI do Covid, de buscar imputar ao presidente Bolsonaro uma prevaricação (deixar de fazer ou retardar ato de ofício, por interesse pessoal).

Após vir a tona que o servidor do Ministério da Saúde Luis Ricardo Miranda não possui mais o celular onde teria supostamente provas de “pressões atípicas”, agora, o mesmo servidor em depoimento à PF afirma que não lembra se ele e seu irmão, Luis Miranda (DEM-DF), mostraram a Bolsonaro, no encontro em 20 de março, a invoice (fatura) da compra da Covaxin que teria indícios de irregularidades.

CÁ PRA NÓS: O trio do Comando da CPI da Vergonha aos poucos vai percebendo que seus esforços estão se tornando pó.

2 Comentários

  1. Alfredo Santa Rita

    Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkk kkkkkkkkkkkkkkkkkkk

  2. Guilherme Roberto Vieira de Almeida

    TOTAL TRAPAÇA POSTURAS INCONSISTENTES DEMONSTRACAO DE ENVOLVIMENTO INCRIMINACAO ARMADOS. TEM DE HAVER PUNICAO DOS PERSONAGENS.

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