No momento que famílias carentes sofrem com a pandemia e o desemprego, a imprensa tradicional levanta a voz contra a distribuição de renda, antes, bolsa-família, agora reformulado para auxílio-Brasil, com um aumento sendo estudado de 50% e novas vertentes.

As alegativas são as mais variadas. Não precisaria ser tão rápido, seria necessário uma discussão maior, dizem alguns. Outros, de onde vai sair o dinheiro, esquecendo eles que o projeto complementar vai indicar o valor e qual sua origem. Finalmente, outro grupo chama o presidente de “oportunista”. Deixaram de lado a fome e desespero de milhares, que não podem esperar.

Esses mesmos jornalistas bradavam que a recuperação econômica não chegava aos mais necessitados, e culpavam Bolsonaro e Paulo Guedes.

O certo é e está colocado as claras, para muitos da imprensa tradicional a questão é somente uma: não permitir a popularidade do presidente crescer, pois sabem que ele já está neste momento saindo das cordas, colocadas pela própria imprensa e pela CPI da covid (também conhecida por “da vergonha”, “do Renan” e do “circo” ; juntos querem pregar no mandatário maior do País a pecha de “corrupto”.

O desespero bateu, não conseguiram. Quanto a popularidade, na equação esqueceram, melhor, escondem as ações do governo federal e não combinaram com o povo, que já percebeu as manipulações, típicas de desonestidade intelectual.

César Wagner Maia Martins – Delegado, Ex-superintendente da Polícia Civil do Ceará, radialista e palestrante

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