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Federações de empresários do RS emitem notas a favor das manifestações de 7 de setembro e equilíbrio entre os poderes

A Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul (Farsul) divulgou, ontem, sábado, 04, carta aberta em que repudia a relação de conflito entre os Poderes da República e critica o que considera um “viés político adotado pela mais alta corte do Poder Judiciário”, o Supremo Tribunal Federal (STF). A entidade também declarou apoio ao “movimento cívico, pacífico, ordeiro e democrático de 7 de Setembro”.

O comando da Farsul mostra preocupação com o momento do País. “Temos acompanhado com muita preocupação, assim como em outros raros momentos da história brasileira, da qual somos parte viva, a relação conflituosa que se estabelece entre os Poderes da República, que tem, inclusive, se caracterizado pela absoluta deformidade do papel de cada um deles em nossa sociedade.”

Assinado pelo presidente da federação, Gedeão Silveira Pereira, através do Conselho de Representantes, a nota ainda afirma: “defendemos que, juntamente com a Presidência da República e Congresso Nacional, resida no Supremo Tribunal Federal a isenção necessária que assegure a todos os cidadãos brasileiros esse direito e garantias.”

A nota conclui afirmando que “para os produtores rurais é inegociável a integridade dos Poderes” e manifestando “apoio ao movimento cívico, pacífico, ordeiro e democrático de 7 de setembro”.

A Federação das Indústrias do Rio Grande do Sul (Fiergs) também divulgou nota na sexta-feira, 4. O texto, assinado pelo presidente, Gilberto Petry, defende “a liberdade de manifestação, ordeira e pacífica” e observa que “o radicalismo divide o País e inibe as atitudes e decisões que a sociedade requer”. Segue o documento, “nenhum Poder pode exorbitar dos seus limites para se colocar acima dos demais”. Conclui observando que “o radicalismo divide o País e inibe as atitudes e decisões que a sociedade requer”.

Fonte: Jornal do Comércio/RS

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