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OAB reage a convocação de advogada pela CPI da covid

A Ordem dos Advogados do Brasil reagiu com contundência ante a convocação da advogada Karina Kufa, defensora do presidente Jair Bolsonaro.

A Ordem definiu a convocação como, “inequívoca violação das prerrogativas da advocacia” e “tentativa inaceitável de criminalização da profissão” a eventual aprovação de requisições para que defensores deponham sobre fatos que eles tiveram conhecimento através do ofício.

A entidade não aceita que o sigilo profissional, de acordo com a legalidade, possa ser “relativizado ou colocado em segundo plano”, uma vez que se configura como uma “garantia em prol do cidadão, para assegurar o estado de direito, bem como para evitar que a defesa se transmude em acusação”.

E segue a nota da Procuradoria Nacional de Defesa das Prerrogativas da OAB, “Nas situações que existirem advogados exercendo regularmente sua profissão, independente da parte que ele defenda ou da sua posição processual, estará a Ordem dos Advogados do Brasil atuando na preservação de suas garantias profissionais, e reagirá energicamente sempre em defesa dos seus inscritos”.

“Tentativa de constrangimento”, reagiu os advogados de Karina.

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