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Caso Safadão: Irresponsabilidade de cantor e esposa leva a perda de emprego de terceirizados

O cantor Wesley Safadão, sua esposa Thyane Dantas e a produtora Sabrina Tavares Brandão, que foram vacinados contra a Covid-19 em total desconformidade com as normas estabelecidas, foram beneficiados por uma servidora da prefeitura municipal e dois terceirizados. Foi esta a conclusão da sindicância instaurada pela prefeitura municipal de Fortaleza.

O cantor e a produtora estavam agendados realmente para o dia 8 de julho, mas para outros locais, e não para o posto no North Shopping Jóquei. Já Thyane Dantas apesar de cadastrada, não estava com nenhum agendamento, já que sequer constava no grupo por idade naquele dia.

Outro ponto detectado é que o casal registrou que morava em Aquiraz, porém o CEP cadastrado é de uma rua de Fortaleza, com o mesmo nome da via em Aquiraz, ou seja, ambos deveriam ter sido vacinados em Aquiraz.

No endereço registrado no cadastro da produtora Sabrina Brandão, ali não residia, e ninguém conhecia.

Ainda no processo apuratório, caiu por terra a defesa da assessoria do cantor que alegou que Thyane acompanhou o marido, e acabou se vacinando com a “xepa” – doses que sobram ao final do horário da aplicação. Não houve “xepa” naquele dia.

Conforme apuração, nenhum dos três teve o agendamento conferido e todos foram conduzidos por dois funcionários terceirizados diretamente para o local de vacina, onde ocorria aplicação de dose única da Janssen.Tudo por orientação de uma servidora municipal.

Com informações Diário do Nordeste Online

CÁ PRA NÓS: Resumo da ópera da sindicância: O cantor, a esposa e a produtora passaram por cima das normas e desrespeitaram o cidadão comum, escolheram o local, com certeza pela dose única, utilizando a influência junto a uma servidora. Os dois terceirizados foram demitidos (perderam o contrato com a prefeitura), por cumprirem “orientação” (lado fraco da corda). A servidora responde a um processo administrativo, que resultará em punição leve, ou quando muito média. Agora é esperar a conclusão do procedimento investigatório do Ministério Público.

3 Comentários

  1. Anônimo

    Muitas coisas mais sérias do que isso não são apuradas. Acho que não deveria demitir ninguém por uma vacina a mais. Deveria sim, investigar coisas maiores. Crimes que prejudicam muita gente.

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