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O absorvente como mais uma ferramenta do ódio e do uso político

Um rosário de acusações partiu da esquerda e da velha mídia tradicional acostumada a buscar ditar os rumos do poder no Brasil, contra o presidente Bolsonaro, por vetar o projeto de distribuição de absorventes para mulheres em situação de vulnerabilidade e presidiárias.

Inicialmente, importante colocar que o projeto é socialmente justo e merece ser implantando com planejamento e momento adequado dentro da complexidade de atribuições que sobrecarregaram o governo federal com o advendo da pandemia da Covid-19.

Como sabemos, Bolsonaro teve que socorrer Estados e Municípios, diante da fragilidade da Saúde Pública, que nos últimos 10 anos,conseguiram a proeza de fechar 40 mil leitos em todo o país (levantamento feito pela Confederação Nacional dos Municípios – CNM, em 2018) . Enquanto isso, paralelamente, a corrupção sistêmica era gestada nas alcovas do poder, matando milhões de brasileiros carentes, pelo desvio criminoso de verbas da saúde, da segurança pública, da educação, condenando milhares a extrema pobreza.

Mas, como todo hipócrita tem a memória curta, é preciso retornarmos ao ponto central desse artigo com algumas lembranças.

A lei é fruto de projeto de lei (PL 4968/19) de autoria da deputada Marília Arraes (PT- PE) e foi aprovado em agosto pela Câmara dos Deputados e em setembro pelo Senado Federal.

O presidente sancionou a lei que institui o Programa de Proteção e Promoção da Saúde Menstrual (Lei 14.214/21), mas vetou pontos da proposta aprovada pelos parlamentares. Com os vetos, o programa para combater a chamada precariedade menstrual – ou seja, a falta de acesso a produtos de higiene no período da menstruação – passou a prever campanha informativa sobre a saúde menstrual.

A deputada petista alegou que o veto foi ação política por ela ser de esquerda. Inicia o esquecimento seletivo. O partido da deputada (PT), esteve no poder por 16 anos e durante este tempo todo não viu prioridade para o projeto, que agora, a toque de caixa, brada com a velha mídia tradicional, para Bolsonaro implementar imediatamente.

Vamos lembrando aos hipócritas de plantão: Enquanto estava a frente da prefeitura de São Paulo, Fernando Haddad do Partido dos Trabalhadores, isso mesmo do PT, vetou o projeto de lei nº 55/2013 que obrigava o Poder Executivo municipal a fornecer gratuitamente absorventes higiênicos a pessoas com renda familiar inferior a dois salários mínimos.

Durante toda a pandemia, com bilhões nos cofres públicos, nenhum Governador do Nordeste, alinhados as “velhas ideias” de Lula e a esquerda não implementaram nenhum projeto de distribuição de absorventes, porém, hoje apontam o dedo em riste para o presidente.

O que não faltou foram denúncias de corrupção envolvendo o dinheiro público enviado para combater a pandemia e promover a saúde.

O Brasil vive um momento singular em sua história, a começar de uma CPI onde alguns senadores são investigados por corrupção, lavagem de dinheiro e desvio de dinheiro da Saúde, entretanto, foram erguidos ao panteão, por essa mesma imprensa medíocre e dissociada dos interesses da Nação.

Joseph Pulitzer, foi um jornalista e editor húngaro, que fez grande sucesso nos EUA, e mostrou claramente os efeitos de uma imprensa deletéria: “Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma

Aqueles que tem consciência do grave momento que vivemos precisam se unir em torno de ideais, de valores. Eles nunca foram tão importantes.

César Wagner Maia Martins, delegado, Ex-superintendente da Polícia Civil do Ceará, radialista.

5 Comentários

    • Erick

      Nem toda mulher menstrua, blz. Mas, e as que ainda menstruam e não tem dinheiro pra comprar absorvente?? É só esquecer delas que fica tudo bem??

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