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Divergências e mal-estar no G7 da CPI

O mal-estar tomou conta do G7 – grupo de oposição ao governo federal – desde que o relator Renan Calheiros antecipadamente, sem discussão, divulgou parte do relatório para a imprensa. Segundo fontes do smp.news em Brasília, o clima azedou, pois alguns viram o movimento como estrelismo do relator, quebrando o jogo de equipe que buscam manter.

Divergências já surgiram entre membros do grupo como a sugestão de indiciamento dos filhos do presidente Bolsonaro, Flávio e Eduardo. O primeiro por advocacia administrativa, incitação ao crime e improbidade administrativa, e Eduardo por incitação ao crime. Já com relação ao presidente, alguns acham incábivel o indiciamento por genocídio de indígenas e crimes contra a humanidade.

CÁ PRA NÓS: Entendemos que Renan buscou se cacifar perante o ex-condenado Lula e a esquerda, jogando a possível subtração de tais sugestões de indiciamento no colo dos colegas. A questão é que pelos movimentos os insatisfeitos podem virar o jogo para queimar Renan nos bastidores. No mínimo, Renan jogou baixo com os demais integrantes do G7.

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