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Alcolumbre contratou mulheres e ficava com salários e benefícios

Reportagem da revista Veja escancara os porões do gabinete do todo poderoso presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), senador Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Seis mulheres, moradoras da periferia do Distrito Federal, pobres e desempregadas, foram contratadas para formalmente assessorar o gabinete do parlamentar, em Brasília, mas nunca teriam exercido atividades.

Elas, recebiam salários entre R$ 4.000,00 a 14.000 por mês, porém, nada recebiam. Diz a matéria, “Admitidas, elas abriam uma conta no banco, entregavam o cartão e a senha a uma pessoa da confiança do senador e, em troca, ganhavam uma pequena gratificação. Salários, benefícios e verbas rescisórias a que elas teriam direito não ficavam com elas. Valor da fraude? Pelo menos 2 milhões de reais”.l

“Meu salário era acima dos 14 000 reais, mas eu só recebia 900 reais. Eles ficavam até com a gratificação natalina. Na época, eu precisava muito desse dinheiro. Hoje tenho vergonha disso.”
Erica Almeida,31 anos, estudante

Alcolumbre, até bem pouco tempo era presidente do Senado e chegou ao topo como contraponto de Renan Calheiros.

Leia mais em: https://veja.abril.com.br/politica/a-rachadinha-de-r-2-milhoes-de-davi-alcolumbre/

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