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PF encontrou indícios de negócio da Precisa que visa repassar dinheiro para políticos

Em matéria da revista Crusoé, o nome do relator da CPI da covid, Renan Calheiros, é citado por ter surgido em operação contra a Precisa, negócio ilícito que estaria ligado com Milton Lyra.

As investigações realizadas pela Polícia Federal que culminaram com busca e apreensão na sede da empresa em Barueri, encontrou “provas preciosas do suposto envolvimento da farmacêutica com corrupção e lavagem de dinheiro em contratos com a Petrobrás“.

No interior da área de busca foi encontrado um local onde estava descartado muitos equipamentos eletrônicos sucateados, “que a empresa de Francisco Maximiano teria adquirido a preços supefaturados em uma operação para gerar propina e caixa 2 para políticos”.

As negociatas entrelaçam uma empresa de Mylton Lira, operador ligado a Renan.

Conforme um delator da Operação, recursos da Petrobrás foram desviados para atender pleitos do ex-senador Romero Jucá e ex-deputado Eduardo Cunha.

O material apreendida está sendo periciado. A Precisa foi alvo de mais operação da PF na última quinta-feira, 28.

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