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Condenado a quase 34 anos por matar pai e madrasta, Gil Rugai vai para o semiaberto

O Supremo Tribunal Federal (STF), em agosto de 2020 manteve a condenação definitiva de Gil Grego Rugai pelos assassinatos do pai e da madrasta, em 2004 em São Paulo, e o caso passou à condição de transitado em julgado. Gil foi sentenciado por decisão do júri de 2013 que o condenou a 33 anos e nove meses de prisão pelos homicídios dos publicitários Luiz Carlos Rugai e Alessandra de Fátima Troitino, pai e madrasta.

O crime foi cometido em 28 de março de 2004. O casal foi encontrado baleado e morto à época na sede da agência de publicidade que funcionava na casa onde morava em Perdizes, Zona Oeste da capital. Luiz tinha 40 anos de idade e Alessandra, 33. Rugai tinha 20 anos naquela ocasião. 

A Polícia Civil e o MP acusaram o ex-seminarista de matar as duas vítimas a tiros depois que seu pai descobriu que o filho desviava dinheiro da empresa. Gil Rugai, que também trabalhava no local, sempre negou o crime.

Agora, por bom comportamento e tempo encarcerado previsto em lei vai para o semiaberto.

CÁ PRA NÓS: Justo?

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