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Prisão para os mandarins

As vésperas das posses de dois Mandarins indicados pela “Anta Guerrilheira” e pelo “Corrupto dos Porões do Jaburu” na Presidência e na Vice-Presidência do inútil Tribunal Superior Eleitoral – TSE e da saída do comando do mesmo tribunal de outro Mandarim indicado pela tal terrorista dos anos 70, exatamente quando o Presidente eleito se encontrava em viagem de negócios na Rússia, disseram eles que a Justiça eleitoral do Brasil já podia estar, neste ano de eleições, sob ataque de hackers russos, porque são consabidas as que ameaças que advêm daquele País, divulgadas em vários relatórios internacionais e nacionais.

A acusação é grave e não pode deixar de ser investigada e julgada por um Tribunal competente, inclusive quanto à participação do presidente do Brasil em um crime de traição, em tempos de paz. Em não se confirmando o envolvimento do Presidente Bolsonaro, então a denunciação é caluniosa contra o Chefe desta Nação e assim tipifica crime de traição à Pátria (Art. 308 do Código Penal) por parte de quem com a toga da mais alta Corte do País sobre os ombros, por abuso de funções ofende, põe em perigo e enxovalha a independência ou a soberania do País.

Dias antes, o Mandarim Barroso disse, com todas as letras e dentro de um contesto que acusava o Presidente e as Forças Armadas de golpes iminentes contra o regime, que aquela instituição respeitadíssima não iria se colocar a “serviço de um discurso inaceitável de um capitão” (sic), justo a quem o tal magistrado chamou, há poucos dias, de burro e de um cidadão com baixa civilidade, ou seja, de um vilão ignóbil.

A acusação é gravíssima e, em não se provando, deve ser processada perante o Tribunal competente para apreciar e julgar os crimes praticados por civis contra a organização e a administração militar, posto que o referido ultraje constitua crime contra o Chefe Supremo das Forças Armadas e um grave insulto ao seu comando hierárquico. Para se ter ideia da gravidade do crime que deve ser apurado, registro que, conforme o preceito constitucional, em tempos de guerra o crime de incitar a desobediência contra a hierarquia militar é punido com a morte.

Acerca daquelas infâmias ouvi o desabafo espontâneo do Ministro Eduardo Ramos, Chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, que circula pelo território livre da rede mundial de computadores. O general foi elegante e comedido, mas, ao meu sentir, ficou muito aquém do que o País merecia escutar em face dos criminosos ultrajes perpetrados.

Por muito menos do que fazem os Mandarins do lado negro do STF que, aberta e publicamente, agora pregam no exterior “como derrubar um presidente”, e o fazem da forma mais vil e sórdida que podem, estão presos nestes tempos de censura explícita jornalistas, formadores de opinião, políticos com ou sem mandato etc. Punição para os criminosos é o mínimo que os patriotas devem exigir nesta Terra de Santa Cruz.

Como sempre digo não vou me permitir cair na armadilha e me perder na controvérsia acerca da questão técnico jurídica, relativa à jurisdição e ao processamento das respectivas ações penais. Aqui não comporta. Pouco se me dá a elucubração dos nojentos iluminados e dos intelectuais de aluguel. Aqui falo para o homem comum que os criminosos devem ser punidos independentemente de seus foros, privilégios e prerrogativas e estou convicto que assim o serão um dia, por exigência deste povo rebelado, de quem o poder realmente emana e que, sendo fonte de direito, tudo pode.

E pensar que isso que ultraja a “Nova Ordem Brasileira” vem ocorrendo porque o establishmente corrupto e venal não aceita, de maneira alguma, o resultado das urnas de 2018 e querem porque querem voltar à roubalheira que infelicitou mais de 25 milhões de brasileiros.

Avaliem a desvairada oposição e a ensandecida perseguição dos Ministros Barroso, Fachin e Moraes contra o Presidente Bolsonaro, que agora não escondem seu maior propósito: apear do poder o atual mandatário custe o que custar. Qual o motivo de tanta resistência? O que se esconde por de trás de seus crimes se acabarem por serem tipificados?

O atual desespero dos Ministros Vermelhos ocorre porque eles têm consciência de que se juntarmos todos os nove do STF indicados pelos ex-presidentes corruptos e envolvidos na Lava Jato, não daria meio Bolsonaro ou um qualquer de sua equipe do primeiro escalão. Toda hora que tentam o confronto mais se esborracham.

Vejam o caso das urnas eleitorais que agora admitem violáveis e a camisa de onze varas em que se meteram. Bolsonaro enfiou os militares pela goela deles abaixo. Os burregos e despreparados subestimaram o elevado grau de expertise dos milicos que, em breve vai desmoralizar um por um dos mandarins eletrônicos e seus técnicos de meia tigela. Assim, vai ter urna confiável para as eleições deste ano e ponto final.

A angústia e a agonia daquela caterva e dos seus donos ou senhores são porque, por mais poder e dinheiro que tenham e de que possam dispor, nossa gente é maior, mais forte, mais longeva e mais tenaz.

A dimensão ou a bolha em que vivem e os bunkers em que se escondem não os deixam enxergar que quanto mais oprimem, humilham e enxovalham nossa única esperança de um Brasil livre e soberano, maior será a avalanche de lama e de destroços que os varrerá para o lixo da história.

Jose Mauricio de Barcellos ex-Consultor Jurídico da CPRM-MME é advogado. E-mail: [email protected]). – em Diário do Poder

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