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EUA e aliados avançam com novas sanções contra a Rússia

Joe Biden anunciou que o país irá retirar o status de “nação mais favorecida” da Rússia, o que irá alterar as relações comerciais entre os países.

“A designação de status de nação mais favorecida significa que dois países concordaram em negociar um com o outro sob os melhores termos possíveis – tarifas baixas, poucas barreiras ao comércio e maiores importações possíveis permitidas”, explicou o presidente dos EUA em pronunciamento na Casa Branca nesta sexta-feira, 11.

Com essa perda de status na prática significa que os países podem passar agora adotar medidas contra as exportações russas. Nos Estados Unidos, por exemplo, Biden vai banir as importações de vodka, de frutos do mar e de diamantes vindos da Rússia.

A nova sanção foi tomada em conjunto com aliados do G7 e a União Europeia, o que deve significar um golpe pesado contra a economia russa que nesse momento já passa pela maior crise desde 1991, época da queda da União Soviética.

Além desse anúncio, Joe Biden também disse que está acrescentando mais nomes de oligarcas russos, aquela lista de pessoas que sofrem sanções econômicas, e com parceiros está trabalhando para bloquear os bens desses oligarcas, que são membros das elites russas que se beneficiam com o regime de Vladimir Putin.

O mandatário maior apontou mais uma vez o compromisso com os aliados da OTAN no leste europeu, e que está liberando mais fundos para assistência humanitária e para defesa desses aliados, acrescentando a liberação pelo Congresso de 13 bilhões de dólares em ajuda humanitária e de defesa.

Biden deixou claro que os EUA não irão entrar em conflito direto com a Rússia, pois significaria a Terceira Guerra Mundial e que :só entrarão em confronto no caso de defesa de aliados naquela região”.

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