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Pedidos de investigações contra Bolsonaro viram arma política

É espantoso o que todos os brasileiros estão assistindo diariamente. É uma verdadeira máquina de produção de pedidos de investigações movida por parlamentares e autoridades públicas contra o presidente Jair Bolsonaro nos tribunais.

Sem dúvida alguma o campeão desses factóides é o senador Randolfe Rodrigues. Já foram de todas as ordens: difamação, bate-boca de bolsonaro com jornalistas, advogacia administrativa, compra de carnes, atos do 7 de setembro,  e por ai vai.

De outro lado, Por uma possível inércia e omissão na execução das políticas públicas de saúde no combate à Covid-19, o subprocurador-geral do Ministério Público junto ao TCU (Tribunal de Contas da União), Lucas Rocha Furtado, chegou ao ponto de solicitar o afastamento temporário do presidente Jair Bolsonaro.

Mais recentemente o mesmo procurador encaminhou uma representação para o Tribunal de Contas da União (TCU) visando providências em relação as ações tomadas pelo governo de Jair Bolsonaro (PL) para assegurar a oferta dos fertilizantes necessários à continuidade das atividades agropecuárias e, ao mesmo tempo, garantir a segurança e a indisponibilidade das terras indígenas.

Os presidentes do Banco do Brasil, Fausto Ribeiro, e da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, já foram alvos também de representação por suposto uso político das instituições públicos no episódio do manifesto da Febraban.

Ao reclamar da política de preços da Petrobras o procurador ingressou no TCU pedindo investigações contra Bolsonaro e Guedes alegando que pretendem interferir na política de preços da empresa petrolífera. 

Em apenas onze meses, Lucas Furtado fez 67 representações aos ministros do TCU, 45 delas para pedir que fiscalizassem a Presidência, pastas e autarquias.

Recentemente o pré-candidato do Podemos à Presidência da República Sergio Moro defendeu que o subprocurador do Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (TCU), Lucas Furtado, seja investigado pela corregedoria da Corte de Contas e pela Procuradoria-geral da República (PGR). A motivação é reportagem de VEJA que mostra que Furtado, autor da representação contra Moro por supostas irregularidades na contratação do ex-juiz pela consultoria Alvarez & Marsal, tem ligações com o Partido dos Trabalhadores (PT) e que pelo menos em um episódio consultou antecipadamente a petista Erenice Guerra sobre a conveniência de apresentar um pedido de investigação que afetava o governo.

A edição de VEJA em fevereiro mostra que Lucas Furtado fez uma consulta prévia à então braço direito de Dilma Rousseff no Ministério de Minas e Energia, Erenice Guerra, sobre pedir explicações ao Executivo em um parecer que pretendia apresentar. Tratava-se no caso de uma investigação sobre a legalidade do contingenciamento de recursos da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

Com informações Veja

CÁ PRA NÓS: Entre as atribuições do parlamentar e do subprocurador do TCU estão a fiscalização de atos do executivo. O que se questiona são os pedidos seguidos e muitas vezes a superficialidade das fundamentações. Certo é, que nas mãos da oposição sedenta e raivosa viram armas políticas em forma de manchetes espetaculosas pela velha imprensa tradicional. Os resultados Interessam?

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