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Reajuste do diesel ocasiona reações no Executivo e no Congresso

O presidente Jair Bolsonaro mais uma vez ficou extremamente irritado com novo reajuste no preço do óleo diesel (8,9%). Enquanto o grupo político do núcleo duro do governo já defende o subsídio, o Ministério da Economia considera essa hipótese artificial e não gosta dessa possibilidade.

Os técnicos da economia fazem questão de lembrar que toda vez que se autoriza um subsídio, esse valor é pago por alguém, então a conta acaba sendo dividida por todo mundo, por isso a avaliação é que não resolve o problema.

Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, vai reunir governadores e secretários de fazenda. Por sua vez, A comissão de infraestrutura do Senado aprovou audiência pública com a presença do presidente da Petrobras José Mauro Coelho e o diretor da Agência Nacional de Petróleo, para discutir, avaliar o cenário.

A Petrobras se defende e diz que não cabe qualquer tipo de interferência do governo e tenta se blindar. Relativo aos questionamentos de grandes lucros, antes de deixar a presidência, Silvio e Luna, apontou que a estatal não faz política e é uma empresa que visa o lucro e ainda justificou que os acionistas tiveram prejuízos durante vários anos, seja por conta da má administração da empresa, seja por conta de desvios de recursos, e agora que a situação está melhorando considera justo esse valor ser repassado aos acionistas.

Uma outra reclamação recorrente no Congresso Nacional e no Executivo é de que os reajustes são repassados quando o preço se eleva rapidamente, mas quando a cotação do barril de petróleo baixa não há qualquer tipo de redução no preço dos combustíveis. E quando tem essa redução não chega ao consumidor final.

Algumas medidas já foram tomadas como redução de impostos pelo governo federal e congelamento do ICMS, considerado incipiente, pelos estados. Entretanto, o problema é bem mais complexo, pois o preço dos combustíveis está atrelado ao preço do petróleo no mercado internacional e também a cotação do dólar.

Redação smp.news

CÁ PRA NÓS: O momento é delicado e Bolsonaro deve assumir a liderança política em busca da resolução do problema que afeta diretamente a vida do brasileiro. Como se observa cartas já estão sendo jogadas. Além daqueles que torcem e agem para “o quanto pior, melhor”.

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8 Comentários

  1. Anônimo

    Ê preciso resolver essa situação. A culpa não é do Presidente. Esse problema é no mundo inteiro. A culpa ê dos imbecis que anteriormente atreladas o preço do nosso combustível ao preço internacional. O Lula bandido é um dos responsáveis pela não construção das refinarias aqui no Brasil na época que esse ex marginal era presidente

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