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Pacheco traça “linha amarela” e diz que candidatos “não podem ultrapassar”

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), disse nesta segunda-feira (16), em entrevista ao programa Roda Viva (TV Cultura), que candidatos não podem cruzar a “linha amarela” que separa o discurso eleitoral do estado de direito.

Pacheco deu a declaração após ter sido questionado sobre os ataques do presidente Jair Bolsonaro às urnas eletrônicas e ao sistema eleitoral.

“O que nós estamos estabelecendo é que os candidatos têm todo direito de discutir ideias, de pontuar suas propostas e criticar propostas dos outros, isso faz parte do processo democrático e da legitimidade de um processo eleitoral […] mas há uma linha amarela pintada no chão que os candidatos, nenhum deles, pode atravessar e essa linha amarela separa o estado de direito desse discurso político eleitoral”, disse Pacheco.

O presidente do Senado disse ainda que “todo e qualquer ataque mínimo que seja em relação a democracia, a regularidade e a periodicidade de eleições merecerá do Senado, como tem merecido, essa pronta reação”.

g1

CÁ PRA NÓS: Após “os imbecis”, agora os candidatos devem ficar atentos a “linha amarela”. O certo não seria ultrapassou os limites legais o Ministério Público será acionado, como em qualquer democracia?. O autoritarismo vai se espalhando.

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